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Porque sua empresa precisa de uma consultoria de Engenharia de Segurança do trabalho?

 

 

Engenharia Segurança do Trabalho

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Investir em uma consultoria de Engenharia de Segurança do Trabalho vai além de apenas cumprir a lei; é uma decisão estratégica que protege o maior ativo de uma empresa: as pessoas.

 

Aqui estão os principais motivos pelos quais sua empresa se beneficia desse suporte especializado:

1. Conformidade Legal e Prevenção de Multas

O Brasil possui Normas Regulamentadoras (NRs) rigorosas. Uma consultoria garante que sua empresa esteja em dia com:

  • PGR (Programa de Gerenciamento de Riscos): Identificação e controle de riscos ocupacionais.
  • LTCAT: Documentação essencial para fins previdenciários.
  • Eventos de SST no eSocial: Envio correto das informações para evitar sanções administrativas.

2. Redução de Custos e Sinistralidade

Engano comum é ver a segurança como despesa. Na verdade, ela é economia:

  • Redução do FAP (Fator Acidentário Previdenciário): Menos acidentes significam impostos menores.
  • Prevenção de Processos Trabalhistas: Documentação sólida e ambiente seguro reduzem drasticamente o passivo jurídico.
  • Diminuição do Absenteísmo: Funcionários saudáveis faltam menos e produzem mais.

Comparativo: Gestão Interna vs. Consultoria Especializada

AspectoGestão Interna (sem apoio)

Consultoria EspecializadaAtualização Técnica 

Limitada ao dia a dia

Foco total em mudanças na legislação

Visão Crítica

Pode haver "vício de olhar"Olhar externo, imparcial e técnico

Custo de Equipamentos

Alto investimento (dosímetros, etc.)Já incluído no serviço de medição

Segurança Jurídica

Baixa (risco de erros técnicos)Alta (laudos assinados por especialistas)

3. Gestão de Riscos Eficiente

Uma consultoria não apenas aponta problemas, mas desenha soluções. Através de um fluxo de melhoria contínua, os riscos são mitigados antes que se tornem acidentes.

4. Melhoria da Cultura Organizacional

Quando o colaborador percebe que a empresa investe em sua segurança (através de treinamentos e adequações ergonômicas), o engajamento aumenta. Isso fortalece a marca empregadora e atrai talentos.

Nota Importante: Em 2026, com a fiscalização cada vez mais digitalizada através do eSocial, a precisão dos dados técnicos tornou-se o fator decisivo para evitar multas automáticas.

 

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Analise Ergonomica do trabalho

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Para que uma Análise Ergonômica do Trabalho (AET) tenha validade jurídica e técnica, especialmente em casos de perícias trabalhistas ou fiscalizações do Ministério do Trabalho, ela não pode ser apenas descritiva. Ela precisa ser conclusiva e fundamentada em dados.

Com base na NR-17 (atualizada) e nas boas práticas da Ergonomia, aqui estão os itens indispensáveis que você deve incluir:

1. Objeto e Justificativa (Por que a AET foi feita?)

A nova NR-17 estabelece que a AET deve ser realizada em situações específicas. O documento deve indicar o gatilho:

  • Análise após a Avaliação Ergonômica Preliminar (AEP) identificar riscos complexos.
  • Monitoramento de doenças ocupacionais (nexo causal).
  • Solicitação em perícia judicial ou fiscalização.

2. Análise da Tarefa (Prescrito vs. Real)

Este é o coração da ergonomia francesa. Você deve descrever:

  • Tarefa Prescrita: O que a empresa diz que o funcionário faz (manual/POP).
  • Tarefa Real: O que o trabalhador realmente faz para dar conta da produção (os "ajustes" que ele faz no dia a dia).

3. Avaliação Biomecânica e Antropométrica

Aqui entram as ferramentas que você domina (como o uso de IA e ferramentas clássicas):

  • Posturas Adotadas: Analisar inclinação de tronco, desvios de punho e posicionamento de pescoço.
  • Ferramentas Utilizadas: Citar explicitamente métodos como RULA, REBA, NIOSH, Moore-Garg ou OCRA, conforme a natureza da atividade.
  • Dados Antropométricos: Se o posto atende às dimensões físicas dos trabalhadores (alcance visual, alcance manual).

4. Fatores Psicossociais e Cognitivos

Como você tem interesse nessa área, este item valoriza muito o seu laudo:

  • Carga Mental: Análise de pressão por tempo, atenção difusa e complexidade da tomada de decisão.
  • Organização do Trabalho: Ritmo, metas, pausas (reais vs. concedidas) e turnos.

5. Condições Ambientais de Conforto

Diferente da Higiene Ocupacional (que foca em limites de tolerância), aqui o foco é o conforto:

  • Iluminância: Se é adequada para a tarefa visual.
  • Ruído: Se interfere na concentração ou comunicação.
  • Temperatura: Se está dentro da faixa de conforto para trabalho intelectual ou manual.

Estrutura Sugerida para o Relatório Final

 

 

O que não pode faltar

Metodologia

Descrição clara de como os dados foram coletados (entrevistas, fotos, vídeos, sensores de IA).

Diagnóstico

Cruzamento dos riscos encontrados com as queixas de saúde (se houver).

Plano de Ação

Sugestões práticas (Ex: "Instalar suporte de monitor", "Implementar rodízio").

Parecer Conclusivo

Afirmação técnica: O posto é ergonômico, requer melhorias ou é crítico?

O Diferencial Técnico (Atenção aqui!)

Em 2026, um erro comum é entregar a AET e esquecer do PGR.

Dica de Ouro: Toda conclusão da sua AET deve alimentar automaticamente o Plano de Ação do PGR (NR-01) da empresa. Se a AET apontar um risco e ele não estiver no inventário de riscos do PGR, o documento perde força em uma defesa jurídica.